<a href=”http://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1606220″>Estudo publicado no<em> New England Journal of Medicine </em></a>esta semana acompanhou mais de 1.500 pacientes com câncer de próstata localizado por 10 anos e o resultado da observação pode afetar o tratamento da doença. Eles não viram diferença na mortalidade entre homens tratados por cirurgia, radioterapia ou vigilância ativa.

A taxa de mortalidade ficou em torno de 1% para todas as modalidades de tratamento. Mas a doença teve mais chances de progredir naqueles que optaram pelo monitoramento em vez do tratamento nos estágios iniciais.

Os voluntários ainda estão sendo monitorados, o que deve revelar se a progressão da doença acaba causando uma taxa de mortalidade maior no grupo que foi designado para o monitoramento.

O estudo foi o primeiro a incluir informações detalhadas dos pacientes sobre efeitos colaterais ao tratamento. Homens que fizeram cirurgia para remover a próstata foram os mais propensos a ter problemas mais duradouros com impotência sexual e incontinência urinária. Aqueles que fizeram radioterapia não tiveram incontinência, mas enfrentaram problemas intestinais depois de seis meses, geralmente com uma melhora gradual. O desempenho sexual também diminuiu com a radioterapia.

Não houve diferenças entre os três grupos em termos de ansiedade e depressão.

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