As mudanças em histórias familiares de câncer podem apontar para uma maior necessidade de vigilância e rastreamento mais agressivo num número significativo de pacientes, segundo um estudo do Journal of the American Medical Association (JAMA).

Os pesquisadores analisaram dados de um grupo de 2 mil membros da Cancer Genetics Network, que incluía pessoas com histórias pessoais ou familiares de câncer. As mudanças nas histórias familiares foram acompanhadas com o tempo.

Os pesquisadores observaram que mudanças relevantes em histórias familiares de câncer de mama, próstata e colorretal são mais prováveis entre as idades de 30 e 50, o que poderia levar a aumentos na agressividade do rastreamento. Estimativas mostram, por exemplo, que cerca de 5% dos pacientes seriam candidatos a rastreamento mais agressivo para câncer colorretal e 4% para um rastreamento mais intenso para câncer de mama.

Apesar de o estudo ter focado em pacientes com histórias pessoais ou familiares de câncer, os autores recomendaram atualizar histórias familiares de câncer de todos os pacientes a cada 5 ou 10 anos.

Fonte: Physician’s First Watch

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