A Food and Drug Administration (FDA), órgão americano responsável pela análise e aprovação de novos medicamentos, aprovou o uso do bevacizumabe (cujo nome comercial é Avastin) em combinação com quimioterapia para o tratamento de mulheres com câncer cervical recorrente ou em estágio avançado.

A estimativa é que existam mais de 500 mil novos casos de câncer cervical por ano em todo o mundo, com 250 mil mortes anuais. A doença é a quarta maior causa global de morte de mulheres.

O bevacizumabe é o primeiro medicamento biológico aprovado para esta finalidade. Estudos apontaram uma redução de 26% nos casos de morte em pacientes tratadas com a combinação entre o bevacizumabe e quimioterapia.

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