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A brasileira Lorena Figueiredo Pontes foi uma das dez ganhadoras de um prêmio do ASH 2017 concedido a autores de países em desenvolvimento. Lorena, que faz parte de um grupo de pesquisa da USP de Ribeirão Preto, foi agraciada pelo seu pôster “Feasibility of minimal residual desease studies by multiparametric flow cutimetry for AML in a developing country”.
O trabalho buscou desenvolver um método de detecção de doença mínima residual em leucemia mieloide aguda (LMA ) que fosse custo efetivo, simples, eficiente e escalonável para uso em toda a América Latina.

Sofia Moutinho

Jornalista multimídia especializada na cobertura de saúde, ciência, tecnologia e meio ambiente. Formada em jornalismo na UFRJ com pós-graduação pela Fiocruz/COC.